Segundo Ramón Calderón, rival tentou atravessar negociação com craque
Responsável por iniciar as negociações do Real Madrid com Cristiano Ronaldo em 2008, o ex-presidente do clube, Ramón Calderón, afirmou nesta terça-feira que o Barcelona tentou atravessar a contratação do atacante português.
- É a primeira vez que conto isso, mas o Barcelona tentou a contratação. Foi uma situação difícil. Além disso, todos sabem que (o técnico escocês) Alex Ferguson não é amigo do Real Madrid por ser um rival direto nos torneios europeus - disse.
Em um evento no canal "Eurosport", Calderón revelou que o português teria de pagar € 30 milhões (R$ 76,6 milhões) de penalização caso houvesse rompimento do acordo quando o jogador ainda estava no Manchester United.
- Cristiano acertou a transferência em 8 de dezembro de 2008. Por isso não houve negociação, a contratação já estava certa. Em um gesto de caráter e vontade clara de vir ao Real Madrid, assumiu uma cláusula de penalização de 30 milhões de euros - afirmou.
- É a primeira vez que conto isso, mas o Barcelona tentou a contratação. Foi uma situação difícil. Além disso, todos sabem que (o técnico escocês) Alex Ferguson não é amigo do Real Madrid por ser um rival direto nos torneios europeus - disse.
Em um evento no canal "Eurosport", Calderón revelou que o português teria de pagar € 30 milhões (R$ 76,6 milhões) de penalização caso houvesse rompimento do acordo quando o jogador ainda estava no Manchester United.
- Cristiano acertou a transferência em 8 de dezembro de 2008. Por isso não houve negociação, a contratação já estava certa. Em um gesto de caráter e vontade clara de vir ao Real Madrid, assumiu uma cláusula de penalização de 30 milhões de euros - afirmou.
O português assinou com o Real no ano passado, já na gestão de Florentino Pérez como presidente. Calderón lembrou ainda seus esforços para levar a decisão da Liga dos Campeões ao Santiago Bernabéu, casa do clube, nesta temporada.
- Não quero me gabar, mas o Real Madrid conseguiu essa final depois de 40 anos. Era bom para a cidade e para o time.
Apesar de se dizer responsável por contratar Cristiano Ronaldo, o ex-presidente encerrou o encontro com o "Eurosport" lamentando não ter sido o dirigente que levou Kaká ao clube, e estranhou as recentes notícias sobre a lesão do jogador brasileiro.
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